Uma em cada 6 pessoas no mundo vive em pobreza extrema. Menos de 0,80€ dia.
Metade das pessoas do mundo vivem com menos de 1,60€ por dia.
Cem milhões de crianças no mundo não frequentam a escola.
Mais de dez milhões de crianças morrem todos os anos antes de fazerem 5 anos.
Cada dia, 14.000 pessoas são infectadas com o vírus HIV, no mundo.
Mil milhões de pessoas vivem sem água potável e saneamento básico.
Barreiras económicas dos países ricos impedem importações de países pobres.
Em diversos países 50% das mulheres são vítimas de violência e maus tratos.
Nos últimos anos o nível de consciência social aumentou significativamente em todos os ramos da sociedade e tem vindo a fortalecer-se a partir da constatação de que as organizações têm um papel fundamental a cumprir, juntamente com os governos e a sociedade civil.
As Igrejas, no desenvolvimento do seu papel, não ficam imunes a este processo e tendem a criar, cada vez mais, um forte movimento de acção social para atender a necessidades especiais.
Com o objectivo de colaborar efectivamente nessa mobilização, a IASD, através da ADRA, tem apostado fortemente na vertente social das Igrejas, nomeadamente no que toca à responsabilidade social colectiva e individual dos seus membros.
Como interveniente activo da sociedade, a ADRA assume a responsabilidade de contribuir para o desenvolvimento e assistência dos mais necessitados, através da implementação de projectos sociais de relevância que visam criar maior justiça, igualdade e amor ao próximo
Como cidadãos e cristãos, temos uma responsabilidade para com o nosso próximo. Uma responsabilidade que nos fui deixada por Cristo e que nos impele a agir em beneficio dos mais desfavorecidos.
Metade das pessoas do mundo vivem com menos de 1,60€ por dia.
Cem milhões de crianças no mundo não frequentam a escola.
Mais de dez milhões de crianças morrem todos os anos antes de fazerem 5 anos.
Cada dia, 14.000 pessoas são infectadas com o vírus HIV, no mundo.
Mil milhões de pessoas vivem sem água potável e saneamento básico.
Barreiras económicas dos países ricos impedem importações de países pobres.
Em diversos países 50% das mulheres são vítimas de violência e maus tratos.
Nos últimos anos o nível de consciência social aumentou significativamente em todos os ramos da sociedade e tem vindo a fortalecer-se a partir da constatação de que as organizações têm um papel fundamental a cumprir, juntamente com os governos e a sociedade civil.
As Igrejas, no desenvolvimento do seu papel, não ficam imunes a este processo e tendem a criar, cada vez mais, um forte movimento de acção social para atender a necessidades especiais.
Com o objectivo de colaborar efectivamente nessa mobilização, a IASD, através da ADRA, tem apostado fortemente na vertente social das Igrejas, nomeadamente no que toca à responsabilidade social colectiva e individual dos seus membros.
Como interveniente activo da sociedade, a ADRA assume a responsabilidade de contribuir para o desenvolvimento e assistência dos mais necessitados, através da implementação de projectos sociais de relevância que visam criar maior justiça, igualdade e amor ao próximo
Como cidadãos e cristãos, temos uma responsabilidade para com o nosso próximo. Uma responsabilidade que nos fui deixada por Cristo e que nos impele a agir em beneficio dos mais desfavorecidos.
A nossa e a sua missão é trabalhar com pessoas em situações vulneráveis de pobreza, maus tratos e emergência, capacitando-as e envolvendo-as em processos de desenvolvimento, cooperação e acção responsável a fim de proporcionar mudanças positivas e promover a equidade. Queremos um mundo melhor...
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